A Revista Tecnologia e Sociedade convida à submissão de artigos e resenhas.
Com periodicidade semestral, a publicação vincula-se ao Programa de Pós-graduação em Tecnologia da UTFPR, inserindo-se na área multidisciplinar.
Com caráter interdisciplinar, a revista aceita artigos e resenhas com diferentes perspectivas teóricas e metodológicas no tratamento de temas, desde que consistentes e relevantes para o desenvolvimento da área de Tecnologia e Sociedade.
Linhas temáticas sugeridas:
1. Tecnologia e Sociedade
2. História da Técnica e da Tecnologia
3. Trabalho, Educação e Tecnologia
4. Tecnologia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
5. Relações de Gênero e Tecnologia
6. Gestão do Conhecimento, da Tecnologia e da Inovação
7. Arte, Mídia e Tecnologia
8. Design e Cultura
9. Design de Interação
10. Tecnologia na Aprendizagem Humana
11. Filosofia da Tecnologia
12. Tecnologias Sociais
13 Acessibilidade, Apropriação e Tecnologia
Os artigos e resenhas podem ser redigidos em língua portuguesa, espanhola ou inglesa.
Período
Data limite
Chamada de Trabalhos
Submissão permanente
Data limite de submissão - para publicação no 1º semestre
15 de março
Data limite de submissão - para publicação no 2º semestre
31 de agosto
As contribuições deverão seguir as orientações para submissão. Estas estão disponibilizadas no site: http://www.ppgte.ct.utfpr.edu.br/tecnologiaesociedade/orientacao_para_submissao.htm
Maiores esclarecimentos estão disponíveis no site da revista:
http://www.ppgte.ct.utfpr.edu.br/tecnologiaesociedade
Por gentileza, estenda esta chamada a quem interessar possa.
Agradeço-lhe desde já.
Atenciosamente.
Maristela Mitsuko Ono
Editora
Revista Tecnologia e Sociedade
Programa de Pós-Graduação em Tecnologia (PPGTE) da UTFPR
Av. Sete de Setembro, 3165 - Cep: 80230-901 | Curitiba | Paraná | Brasil
www.ppgte.ct.utfpr.edu.br | e-mail: revistappgte@gmail.com
sábado, 25 de julho de 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
FILE: FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
De 27 a 31 de julho estarei no FILE, em São Paulo. Segue abaixo release do evento, do jornal Folha de S. Paulo
FILE
FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
De 27 de julho a 30 de agosto de 2009
SESI-SP RECEBE NA AVENIDA PAULISTA O “FILE 10”
Destaques FILE 10
10 anos de FILE, 10 anos de eventos realizados na cidade de São Paulo, 10 anos de discussão sobre arte e tecnologia no Brasil
1. NURBS (Non Uniform Rational Basis Spline) é o conceito que o teórico Lev Manovich resignifica de forma supreendente no texto inédito que abre o catálogo desta edição. Lev Manovich participará do FILE Labo Workshop.
2. 4KT, a primeira transmissão transcontinental em super alta definição de um longa-metragem, “Enquanto a Noite não Chega” com direção de Beto Souza.
Sobre os destaques:
FILE CINEMA DIGITAL 4KT
Há mais de um ano, um grupo de pesquisadores e interessados está investindo em uma aventura tecnológica: a primeira transmissão de imagens de super-alta definição do hemisfério sul para os Estados Unidos e Japão. O que se pretende é transmitir filmes com resolução próxima a 8.000.000 de pixels (4Ks) em redes de 1 a 20 Gbps ao vivo. Lembram-se daquela história fantástica de que Hollywood aperta o botão e a gente vê o filme? Pois é, retire Hollywood e pense em imagens espaciais jamais vistas, filmes nos mais diversos formatos, conversas com o outro lado do planeta em altíssima definição, experimentos de linguagens narrativas se apropriando do processo tecnológico, metainventos, e até, quem sabe, filmes Hollywoodianos.... é disso que esta pesquisa quer participar.
O Brasil será pioneiro na transmissão do primeiro longa-metragem em 4K com première em três países consecutivamente em tempo real utilizando o formato digital. O filme “Enquanto a Noite não Chega”, com direção de Beto Souza, será transmitido para a Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) e para a Universidade de Keio no Japão em super alta definição. O filme “Enquanto a Noite não Chega” discute uma questão que atormenta a todos os seres humanos desde o início de sua existência -- o final da vida, a partir do livro de Josué Guimarães com o mesmo título: “se o fim está muito próximo e se tudo em volta está acabando, a única coisa que resta é fazer a travessia com alguns elementos que ainda existem. E, tudo isso, com muita dignidade”.
PRIMEIRA TRANSMISSÃO TRANSCONTINENTAL DE CINEMA EM SUPER ALTA DEFINIÇÃO
O desafio que agora vivenciamos é o fato de que as imagens em super alta definição podem ser transmitidas ao vivo por causa das redes que operam com taxas de 10 Gbps ainda restritas às universidades e instituições de pesquisa. Um exemplo destas redes no Brasil é a plataforma KyaTera da FAPESP que possui uma conexão com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), o que permite ter acesso a quase todas as redes de pesquisa de altas taxas do mundo como, por exemplo, o GLIF (Global Lambda Integrated Facility). Desta forma podemos realizar experimentos de forma colaborativa com todos os grupos participantes destas redes. Por exemplo, imagens capturadas por telescópios do Observatório Gemini, no Havaí e no Chile, poderão ser vistas por astrônomos brasileiros em tempo real através de um ciberobservatório para imagens de altíssima definição.
Para que a transmissão proposta em nosso experimento aconteça, tem sido feito um esforço conjunto de três bases de apoio: a UCSD (University of California, San Diego) – que faz este tipo de transmissão há mais de quatro anos, o laboratório de Fotônica da Universidade Presbiteriana Mackenzie – que coordena a parte física da rede Kyatera para a conexão e o FILE que tem acolhido as inovações tecnológicas com inteligência e sensibilidade. Além de todos os apoiadores tecnológicos que um evento deste porte exige.
Este experimento é mais uma mostra do momento especial que estamos vivendo. O espírito de um espectador, cuja atenção fora “domesticada” por um tipo de narratividade do cinema, reencontra agora um universo de aparatos tecnológicos de maravilhamento que o coloca diante de uma nova dimensão de simultaneidades e atenções flutuantes. Este tipo de experimento acrescenta aos vários aparatos tecnológicos contemporâneos um maquinário que abre a perspectiva de reproduzir imagens jamais vistas, de lugares e objetos longínquos, uma vez que esta definição se abre para escalas cada vez mais potentes de visualizações. Um outro mundo de imagens nos espera. Ou, pelo contrário: somos outros e a esta imagem foi construída justamente para dar conta da nossa atual complexidade. A película não nos representa mais.
A primeira viagem do homem à lua faz agora quarenta anos, aconteceu em julho de 1969. Nada ainda se compara a esta façanha sonhada por escritores e pintores. A ficção científica foi uma fonte de inspiração para o cinema, com imagens desérticas, espaçonaves prateadas, seres híbridos. Mas um aspecto, um aspecto bem especial foi observado por Dave Scott, o sétimo homem a pisar na lua: “dentre todos os escritores de ficção científica, nenhum deles ousou sonhar que o mundo estaria vendo a chegada do homem à lua pela televisão”.
LEV MANOVICH
Lev Manovich é considerado um dos mais importantes teóricos da cultura digital na atualidade. É autor de Soft Cinema: Navigating the Database (The MIT Press, 2005), Black Box - White Cube (Merve Verlag Berlin, 2005) e The Language of New Media (The MIT Press, 2001), que foi considerado como “a mais sugestiva e ampla história da mídia desde Marshall McLuhan”. É autor de mais de 90 artigos que foram reproduzidos mais de 300 vezes em vários países. Manovich é professor no Departamento de Artes Visuais da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), Diretor do Grupo de Software Studies no California Institute for Telecommunications and Information Technology (CALIT2) e Pesquisador Visitante no Godsmith College (Londres) e no College of Fine Arts, Universidade of New South Wales (Sydney). Manovich tem sido requisitado para proferir palestras ao redor do mundo, tendo realizado até o momento mais de 270 conferências, palestras e workshops fora dos Estados Unidos nos últimos 10 anos. Editou recentemente o livro Software Takes Command (SWS, 2008).
Lev Manovich ministrará workshop sobre “Analítica Cultural”, seu mais novo conceito que trata da aplicação de sistemas de visualização computacionais complexos aos dados culturais como arquitetura, literatura, fotografia, cinema, entre outros. O workshop ensinará as ferramentas para os participantes criarem suas próprias análises dos dados e também ensinará como podemos criar visualizações a partir dos dados coletados.
Local: Mezanino do Centro Cultural Fiesp dia 30/07 das 9h às 13h.
SERVIÇO
FILE – WORKSHOP
Local: Mezanino do Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso - Av. Paulista, 1313
Datas e horários: de 28 a 30 de julho das 9h às 13h.
Inscrições online no site http://www.file.org.br/file2009_incsworkshops/cadastro_port.php
FILE – CINEMA DIGITAL
Local: Teatro Popular do SESI – Paulista
Endereço: Av. Paulista, 1313
Datas e horários: 30/07 às 19h (projeção de filme) e 31/07 (debate com Universidade de Keio, Japão), às 10 h.
Informações: http://www.file.org.br
FILE
FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA
De 27 de julho a 30 de agosto de 2009
SESI-SP RECEBE NA AVENIDA PAULISTA O “FILE 10”
Destaques FILE 10
10 anos de FILE, 10 anos de eventos realizados na cidade de São Paulo, 10 anos de discussão sobre arte e tecnologia no Brasil
1. NURBS (Non Uniform Rational Basis Spline) é o conceito que o teórico Lev Manovich resignifica de forma supreendente no texto inédito que abre o catálogo desta edição. Lev Manovich participará do FILE Labo Workshop.
2. 4KT, a primeira transmissão transcontinental em super alta definição de um longa-metragem, “Enquanto a Noite não Chega” com direção de Beto Souza.
Sobre os destaques:
FILE CINEMA DIGITAL 4KT
Há mais de um ano, um grupo de pesquisadores e interessados está investindo em uma aventura tecnológica: a primeira transmissão de imagens de super-alta definição do hemisfério sul para os Estados Unidos e Japão. O que se pretende é transmitir filmes com resolução próxima a 8.000.000 de pixels (4Ks) em redes de 1 a 20 Gbps ao vivo. Lembram-se daquela história fantástica de que Hollywood aperta o botão e a gente vê o filme? Pois é, retire Hollywood e pense em imagens espaciais jamais vistas, filmes nos mais diversos formatos, conversas com o outro lado do planeta em altíssima definição, experimentos de linguagens narrativas se apropriando do processo tecnológico, metainventos, e até, quem sabe, filmes Hollywoodianos.... é disso que esta pesquisa quer participar.
O Brasil será pioneiro na transmissão do primeiro longa-metragem em 4K com première em três países consecutivamente em tempo real utilizando o formato digital. O filme “Enquanto a Noite não Chega”, com direção de Beto Souza, será transmitido para a Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) e para a Universidade de Keio no Japão em super alta definição. O filme “Enquanto a Noite não Chega” discute uma questão que atormenta a todos os seres humanos desde o início de sua existência -- o final da vida, a partir do livro de Josué Guimarães com o mesmo título: “se o fim está muito próximo e se tudo em volta está acabando, a única coisa que resta é fazer a travessia com alguns elementos que ainda existem. E, tudo isso, com muita dignidade”.
PRIMEIRA TRANSMISSÃO TRANSCONTINENTAL DE CINEMA EM SUPER ALTA DEFINIÇÃO
O desafio que agora vivenciamos é o fato de que as imagens em super alta definição podem ser transmitidas ao vivo por causa das redes que operam com taxas de 10 Gbps ainda restritas às universidades e instituições de pesquisa. Um exemplo destas redes no Brasil é a plataforma KyaTera da FAPESP que possui uma conexão com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), o que permite ter acesso a quase todas as redes de pesquisa de altas taxas do mundo como, por exemplo, o GLIF (Global Lambda Integrated Facility). Desta forma podemos realizar experimentos de forma colaborativa com todos os grupos participantes destas redes. Por exemplo, imagens capturadas por telescópios do Observatório Gemini, no Havaí e no Chile, poderão ser vistas por astrônomos brasileiros em tempo real através de um ciberobservatório para imagens de altíssima definição.
Para que a transmissão proposta em nosso experimento aconteça, tem sido feito um esforço conjunto de três bases de apoio: a UCSD (University of California, San Diego) – que faz este tipo de transmissão há mais de quatro anos, o laboratório de Fotônica da Universidade Presbiteriana Mackenzie – que coordena a parte física da rede Kyatera para a conexão e o FILE que tem acolhido as inovações tecnológicas com inteligência e sensibilidade. Além de todos os apoiadores tecnológicos que um evento deste porte exige.
Este experimento é mais uma mostra do momento especial que estamos vivendo. O espírito de um espectador, cuja atenção fora “domesticada” por um tipo de narratividade do cinema, reencontra agora um universo de aparatos tecnológicos de maravilhamento que o coloca diante de uma nova dimensão de simultaneidades e atenções flutuantes. Este tipo de experimento acrescenta aos vários aparatos tecnológicos contemporâneos um maquinário que abre a perspectiva de reproduzir imagens jamais vistas, de lugares e objetos longínquos, uma vez que esta definição se abre para escalas cada vez mais potentes de visualizações. Um outro mundo de imagens nos espera. Ou, pelo contrário: somos outros e a esta imagem foi construída justamente para dar conta da nossa atual complexidade. A película não nos representa mais.
A primeira viagem do homem à lua faz agora quarenta anos, aconteceu em julho de 1969. Nada ainda se compara a esta façanha sonhada por escritores e pintores. A ficção científica foi uma fonte de inspiração para o cinema, com imagens desérticas, espaçonaves prateadas, seres híbridos. Mas um aspecto, um aspecto bem especial foi observado por Dave Scott, o sétimo homem a pisar na lua: “dentre todos os escritores de ficção científica, nenhum deles ousou sonhar que o mundo estaria vendo a chegada do homem à lua pela televisão”.
LEV MANOVICH
Lev Manovich é considerado um dos mais importantes teóricos da cultura digital na atualidade. É autor de Soft Cinema: Navigating the Database (The MIT Press, 2005), Black Box - White Cube (Merve Verlag Berlin, 2005) e The Language of New Media (The MIT Press, 2001), que foi considerado como “a mais sugestiva e ampla história da mídia desde Marshall McLuhan”. É autor de mais de 90 artigos que foram reproduzidos mais de 300 vezes em vários países. Manovich é professor no Departamento de Artes Visuais da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD), Diretor do Grupo de Software Studies no California Institute for Telecommunications and Information Technology (CALIT2) e Pesquisador Visitante no Godsmith College (Londres) e no College of Fine Arts, Universidade of New South Wales (Sydney). Manovich tem sido requisitado para proferir palestras ao redor do mundo, tendo realizado até o momento mais de 270 conferências, palestras e workshops fora dos Estados Unidos nos últimos 10 anos. Editou recentemente o livro Software Takes Command (SWS, 2008).
Lev Manovich ministrará workshop sobre “Analítica Cultural”, seu mais novo conceito que trata da aplicação de sistemas de visualização computacionais complexos aos dados culturais como arquitetura, literatura, fotografia, cinema, entre outros. O workshop ensinará as ferramentas para os participantes criarem suas próprias análises dos dados e também ensinará como podemos criar visualizações a partir dos dados coletados.
Local: Mezanino do Centro Cultural Fiesp dia 30/07 das 9h às 13h.
SERVIÇO
FILE – WORKSHOP
Local: Mezanino do Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso - Av. Paulista, 1313
Datas e horários: de 28 a 30 de julho das 9h às 13h.
Inscrições online no site http://www.file.org.br/file2009_incsworkshops/cadastro_port.php
FILE – CINEMA DIGITAL
Local: Teatro Popular do SESI – Paulista
Endereço: Av. Paulista, 1313
Datas e horários: 30/07 às 19h (projeção de filme) e 31/07 (debate com Universidade de Keio, Japão), às 10 h.
Informações: http://www.file.org.br
segunda-feira, 29 de junho de 2009
III Semana de Pesquisa em Artes
III Semana de Pesquisa em Artes
Instituto de Artes – UERJ
Rio de Janeiro, 10 a 13 de novembro
Instituto de Artes – UERJ
Rio de Janeiro, 10 a 13 de novembro
Estão abertas as inscrições de propostas de comunicações para a III Semana de Pesquisa em Artes do Instituto de Artes da UERJ, de 1º de junho a 17 de julho de 2009.
Podem participar estudantes de graduação e de pós-graduação de instituições de ensino superior de todo o Brasil, com pesquisas na área de Artes e Cultura.
Haverá publicação eletrônica do Caderno de Resumos e dos Anais do evento.
A III Semana de Pesquisa em Artes será aberta a ouvintes.
Maiores informações podem ser obtidas no Edital da III Semana de Pesquisa em Artes, disponível no site www.ppgartes.uerj.br/spa.
domingo, 28 de junho de 2009
REUNIÃO DEPARTAMENTAL QUA 01/07/2009
A chefia do Depto. de Artes e Design convida todos os professores para a próxima reunião departamental, dia 01 de julho de 2009, quarta-feira, às 14h, na sala 203 do IAD. Pauta: eleição para chefia do departamento. Atenciosamente,
Alfredo Suppia
Alfredo Suppia
quarta-feira, 24 de junho de 2009
AVALIAÇÃO DOCENTE
Da Chefia do Departamento de Artes e Design
Aos Docentes do IAD
Buscando atender a necessidade de avaliação do Projeto Pedagógico do Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design e a avaliação de professores em período de estágio probatório, o Departamento de Artes e Design em conjunto com as coordenações de curso, irá proceder a avaliação de disciplinas e professores durante a próxima semana (29/06 a 03/07/2009).
Esta avaliação será feita pelos discentes através de formulário próprio, com o acompanhamento de alunos designados para tal e das coordenações dos cursos de Artes e Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design.
Neste sentido, solicitamos que os professores ao receberem as comissões nos horários de suas respectivas disciplinas, contribuam para a eficiência do processo cedendo um tempo pequeno de suas aulas.
Os professores substitutos também serão avaliados bem como as disciplinas e professores que estão trabalhando exclusivamente para o Curso de Artes.
Antes da avaliação, os formulários que serão aplicados deverão ser rubricados pelo professor da disciplina, bem como por um membro da comissão de acompanhamento. Depois de preenchidos pelos alunos, os formulários serão colocados em envelopes que serão lacrados e também rubricados pelo professor e membro da comissão de acompanhamento.
Cordialmente,
Alfredo Luis Paes de Oliveira Suppia
Chefe Departamento de Artes e Design
Aos Docentes do IAD
Buscando atender a necessidade de avaliação do Projeto Pedagógico do Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design e a avaliação de professores em período de estágio probatório, o Departamento de Artes e Design em conjunto com as coordenações de curso, irá proceder a avaliação de disciplinas e professores durante a próxima semana (29/06 a 03/07/2009).
Esta avaliação será feita pelos discentes através de formulário próprio, com o acompanhamento de alunos designados para tal e das coordenações dos cursos de Artes e Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design.
Neste sentido, solicitamos que os professores ao receberem as comissões nos horários de suas respectivas disciplinas, contribuam para a eficiência do processo cedendo um tempo pequeno de suas aulas.
Os professores substitutos também serão avaliados bem como as disciplinas e professores que estão trabalhando exclusivamente para o Curso de Artes.
Antes da avaliação, os formulários que serão aplicados deverão ser rubricados pelo professor da disciplina, bem como por um membro da comissão de acompanhamento. Depois de preenchidos pelos alunos, os formulários serão colocados em envelopes que serão lacrados e também rubricados pelo professor e membro da comissão de acompanhamento.
Cordialmente,
Alfredo Luis Paes de Oliveira Suppia
Chefe Departamento de Artes e Design
segunda-feira, 22 de junho de 2009
I SIPAD: PROGRAMA DEFINITIVO
ATENÇÃO:
segue abaixo a programação definitiva do I SIPAD. Por favor desconsiderem as postagens anteriores. Esta mesma programação definitiva encontra-se impressa e afixada nas dependências do IAD, para consulta dos participantes. Peço especial atenção por parte daqueles que apresentarão pôsteres ou painéis, pois houve alteração significativa de horários nessa modalidade. Os pôsteres deverão ser instalados amanhã na sala 106 do IAD, a partir das 8h30. Qualquer dúvida por favor procurem por mim ou pelo Prof. João Queiroz. Atenciosamente,
Alfredo Suppia
I SIPAD
programa
GT ARTES [COMUNICAÇÕES]
Coordenação: Raquel Quinet Pífano
23 de junho de 2009
14h – 15h30
Sala 201
À Margem: literatura periférica
Afonso Celso Carvalho Rodrigues (mediação)
Políticas Visuais nos Quadrinhos
Christiano Landau de Carvalho Hilgemberg
O graffiti Hip Hop e a mulher: a singularidade como significância
Priscilla D. G. de Paula
16h -17h30
Sala 203
Verme Verso – Presente Ausente
Rafael Ribeiro (mediação)
Hiperrealismo: temporalidade e poética
Luiza Faria Rodrigues
O mundo sobre nossas cabeças
Alessandra Fonseca Braga da Cunha
24 de junho de 2009
11h-12h30
Sala 201
Objetos Imaturos, um deslocamento em percurso
Ricardo Cristofaro (mediação)
Intervalo de 7
Raíssa Moraes
Luz e Grafia
Ana Emília da Costa Silva
14h – 15h30
Sala 105
A Retórica na Arte e Música Colonial Brasileira.
Clara Habib de Sallles Abreu (mediação)
O artista colonial: entre a cópia e a invenção
Bruno Gomes de Almeida
O reconhecimento liberal do Artista
Poliana Vieira Côrtes
16h-17h30
Sala 203
Invenção e “inspiração” no universo artístico colonial
Raquel Quinet Pífano (mediação)
Uma possível História do Curso de Artes na UFJF
Rebeca Tamar da Silva
Pintura de História nas mãos de Antônio Parreiras
Marcillene Ladeira
GT ARTES [ABERTURA DO EVENTO] [pôsteres]
23 de junho de 2009
9h
Sala 106
Pôster e obra: Rio de Cores e Formas
Thaís Corrêa da Costa
Tatuagem e graffite
Breno Bitarello Sad e Frederico Lopes Rabelo
Nucleo de quadrinhos IAD-UFJF apresentam Q.I.:Quadrinhos Independentes
Christiano Landau, Erica Carvalho, João Luiz de Souza Miranda, Sara Maria Manso Siqueira e integrantes do núcleo
Simples-mente ambiguidade ii, a redundância
Guilherme Rocha Portes
Fonte de Energia
Marcillene Ladeira
themis
Marcillene Ladeira
O que eu leio?
Marcillene Ladeira
2 sentidos
Priscylla Raiol Frauches (graduanda Artes IAD/ UFJF)
Sobre uma função poética visual e da imagem
Elisiana Frizzoni Candian e João Queiroz
GT ARTE E EDUCAÇÃO
Coordenação: Angela Brandão (mediação)
24 de junho de 2009
14h - 15h 30
Sala 201
A invisibilidade da Dança no ensino de Artes na escola regular
Andiara Barbosa Neder
Projeções para o Ensino
Ana Emília da Costa Silva
Uma visão de moda em Debret
Débora de Oliveira Silva.
16h – 17h30
Sala 201
Aspectos do Ensino das Artes no Brasil nos séculos XVIII e XIX
Angela Brandão (mediação)
Age of Games
Érica Carvalho
Empresa Júnior do IAD
Adriana, Eduardo, Elisiana, Felipe, Joviana e Wanessa
GT DESIGN
Coordenação: João Queiroz (mediação)
24 de junho de 2009
11h-12h30
Sala 203
A construção de uma logomarca.
Julia Möller
Tatuagem e novas aplicações biotecnológicas
Breno Bitarello Sad e João Queiroz
Design Sustentável e Projeto Rondon: cultura e arte em Campos Belos – GO
Flávia de Paiva Paula e Marcelo Carmo Rodrigues
Criatividade --- teorias e modelos
Pedro Atã, Elisiana Frizzoni Candian, Felipe Corrêa, Nicolle Bello
GT IMAGEM E MOVIMENTO
Coordenação: Alfredo Suppia (mediação)
COMUNICAÇÕES
23 de junho de 2009
14h – 15h30
Sala 203
Explorando o realismo no cinema especulativo: um breve exame de Filhos da Esperança
Alfredo Suppia
A arte do Videoclipe
Dayana Aparecida de Souza
O uso do som no cinema fantástico
Pedro Felipe Leite Carcereri
16h – 17h30
Sala 201
Alfredo Suppia (mediação)
Confiança e medo...na(s) Avenida(s) Dropsie
Thiago Berzoini
Técnicas de animação
Cassiel Weitzel de Araújo
Disney e Pixar - Evolução da animação
Gabriel Patrocínio
24 de junho de 2009
14h-15h30
Sala 203
Sobre novas tecnologias em prototipagem
André de Sá Gomes (mediação)
Expressões Artísticas no Mundo dos Games
Gáyan Justo
A Não Interpretação Teatral como Performance Artística
Sara Maria
GT IMAGEM E/EM MOVIMENTO [pôsteres]
Sala 106
Videoinstalação Você é o que você consome
Marina Pereira Romualdo
Mostra Cidades [In]visíveis
Thiago Berzoini
GT MODA [COMUNICAÇÕES]
23 de junho de 2009
14h às 15h30
Sala 105
Para além das amarras: mulher, corpo e roupas (1900-1920)
Samuel Mendes Vieira (mediação)
Planejamento de Coleção Lima da Terra primavera-verão 2008/2009
Angela Furtado Terra
A Estética da Sedução: Darci abi-Nasser e a moda em Juiz de Fora nas décadas de 1970 e 1980
Andrea Carneiro de Andrade
23 de junho de 2009
16h às 17h30
Sala 105
O café e a Moda: Mulheres Capitalistas do Vale Cafeeiro e sua relação com a moda na segunda metade do séculoXIX.
Pedro Luiz Abbud
Anotações sobre Moda e Antropofagia
Rosane Preciosa
GT MODA [pôsteres]
Sala 106
24 de junho de 2009
9h
Ainda há espaço para alfaiates no mundo do pronto para vestir?
Paula Campos de Castro
Urbanóide – o corpo incômodo: o corpo e suas relações com o espaço
Selma Flutt Barbosa
GT Música
Coordenação: Alfredo Suppia
24 de junho de 2009
9h – 10h30
Sala 201
Grupo de Chôro dos alunos do Bacharelado em Música do IAD-UFJF
Ana Paula (Violino), Kamila (Viola), Nina (Flauta), Robert (Violão), Rodrigo (Violão), Daniel (Percussão) Convidado.
Grupo de música Regional dos alunos de Música da UFJF
Adriano (Escaleta), Nina (Flauta), Robert (Violão), Rodrigo (Violão), Priscila (Piano), Yago (Flauta), Daniel (Percussão) Convidado.
segue abaixo a programação definitiva do I SIPAD. Por favor desconsiderem as postagens anteriores. Esta mesma programação definitiva encontra-se impressa e afixada nas dependências do IAD, para consulta dos participantes. Peço especial atenção por parte daqueles que apresentarão pôsteres ou painéis, pois houve alteração significativa de horários nessa modalidade. Os pôsteres deverão ser instalados amanhã na sala 106 do IAD, a partir das 8h30. Qualquer dúvida por favor procurem por mim ou pelo Prof. João Queiroz. Atenciosamente,
Alfredo Suppia
I SIPAD
programa
GT ARTES [COMUNICAÇÕES]
Coordenação: Raquel Quinet Pífano
23 de junho de 2009
14h – 15h30
Sala 201
À Margem: literatura periférica
Afonso Celso Carvalho Rodrigues (mediação)
Políticas Visuais nos Quadrinhos
Christiano Landau de Carvalho Hilgemberg
O graffiti Hip Hop e a mulher: a singularidade como significância
Priscilla D. G. de Paula
16h -17h30
Sala 203
Verme Verso – Presente Ausente
Rafael Ribeiro (mediação)
Hiperrealismo: temporalidade e poética
Luiza Faria Rodrigues
O mundo sobre nossas cabeças
Alessandra Fonseca Braga da Cunha
24 de junho de 2009
11h-12h30
Sala 201
Objetos Imaturos, um deslocamento em percurso
Ricardo Cristofaro (mediação)
Intervalo de 7
Raíssa Moraes
Luz e Grafia
Ana Emília da Costa Silva
14h – 15h30
Sala 105
A Retórica na Arte e Música Colonial Brasileira.
Clara Habib de Sallles Abreu (mediação)
O artista colonial: entre a cópia e a invenção
Bruno Gomes de Almeida
O reconhecimento liberal do Artista
Poliana Vieira Côrtes
16h-17h30
Sala 203
Invenção e “inspiração” no universo artístico colonial
Raquel Quinet Pífano (mediação)
Uma possível História do Curso de Artes na UFJF
Rebeca Tamar da Silva
Pintura de História nas mãos de Antônio Parreiras
Marcillene Ladeira
GT ARTES [ABERTURA DO EVENTO] [pôsteres]
23 de junho de 2009
9h
Sala 106
Pôster e obra: Rio de Cores e Formas
Thaís Corrêa da Costa
Tatuagem e graffite
Breno Bitarello Sad e Frederico Lopes Rabelo
Nucleo de quadrinhos IAD-UFJF apresentam Q.I.:Quadrinhos Independentes
Christiano Landau, Erica Carvalho, João Luiz de Souza Miranda, Sara Maria Manso Siqueira e integrantes do núcleo
Simples-mente ambiguidade ii, a redundância
Guilherme Rocha Portes
Fonte de Energia
Marcillene Ladeira
themis
Marcillene Ladeira
O que eu leio?
Marcillene Ladeira
2 sentidos
Priscylla Raiol Frauches (graduanda Artes IAD/ UFJF)
Sobre uma função poética visual e da imagem
Elisiana Frizzoni Candian e João Queiroz
GT ARTE E EDUCAÇÃO
Coordenação: Angela Brandão (mediação)
24 de junho de 2009
14h - 15h 30
Sala 201
A invisibilidade da Dança no ensino de Artes na escola regular
Andiara Barbosa Neder
Projeções para o Ensino
Ana Emília da Costa Silva
Uma visão de moda em Debret
Débora de Oliveira Silva.
16h – 17h30
Sala 201
Aspectos do Ensino das Artes no Brasil nos séculos XVIII e XIX
Angela Brandão (mediação)
Age of Games
Érica Carvalho
Empresa Júnior do IAD
Adriana, Eduardo, Elisiana, Felipe, Joviana e Wanessa
GT DESIGN
Coordenação: João Queiroz (mediação)
24 de junho de 2009
11h-12h30
Sala 203
A construção de uma logomarca.
Julia Möller
Tatuagem e novas aplicações biotecnológicas
Breno Bitarello Sad e João Queiroz
Design Sustentável e Projeto Rondon: cultura e arte em Campos Belos – GO
Flávia de Paiva Paula e Marcelo Carmo Rodrigues
Criatividade --- teorias e modelos
Pedro Atã, Elisiana Frizzoni Candian, Felipe Corrêa, Nicolle Bello
GT IMAGEM E MOVIMENTO
Coordenação: Alfredo Suppia (mediação)
COMUNICAÇÕES
23 de junho de 2009
14h – 15h30
Sala 203
Explorando o realismo no cinema especulativo: um breve exame de Filhos da Esperança
Alfredo Suppia
A arte do Videoclipe
Dayana Aparecida de Souza
O uso do som no cinema fantástico
Pedro Felipe Leite Carcereri
16h – 17h30
Sala 201
Alfredo Suppia (mediação)
Confiança e medo...na(s) Avenida(s) Dropsie
Thiago Berzoini
Técnicas de animação
Cassiel Weitzel de Araújo
Disney e Pixar - Evolução da animação
Gabriel Patrocínio
24 de junho de 2009
14h-15h30
Sala 203
Sobre novas tecnologias em prototipagem
André de Sá Gomes (mediação)
Expressões Artísticas no Mundo dos Games
Gáyan Justo
A Não Interpretação Teatral como Performance Artística
Sara Maria
GT IMAGEM E/EM MOVIMENTO [pôsteres]
Sala 106
Videoinstalação Você é o que você consome
Marina Pereira Romualdo
Mostra Cidades [In]visíveis
Thiago Berzoini
GT MODA [COMUNICAÇÕES]
23 de junho de 2009
14h às 15h30
Sala 105
Para além das amarras: mulher, corpo e roupas (1900-1920)
Samuel Mendes Vieira (mediação)
Planejamento de Coleção Lima da Terra primavera-verão 2008/2009
Angela Furtado Terra
A Estética da Sedução: Darci abi-Nasser e a moda em Juiz de Fora nas décadas de 1970 e 1980
Andrea Carneiro de Andrade
23 de junho de 2009
16h às 17h30
Sala 105
O café e a Moda: Mulheres Capitalistas do Vale Cafeeiro e sua relação com a moda na segunda metade do séculoXIX.
Pedro Luiz Abbud
Anotações sobre Moda e Antropofagia
Rosane Preciosa
GT MODA [pôsteres]
Sala 106
24 de junho de 2009
9h
Ainda há espaço para alfaiates no mundo do pronto para vestir?
Paula Campos de Castro
Urbanóide – o corpo incômodo: o corpo e suas relações com o espaço
Selma Flutt Barbosa
GT Música
Coordenação: Alfredo Suppia
24 de junho de 2009
9h – 10h30
Sala 201
Grupo de Chôro dos alunos do Bacharelado em Música do IAD-UFJF
Ana Paula (Violino), Kamila (Viola), Nina (Flauta), Robert (Violão), Rodrigo (Violão), Daniel (Percussão) Convidado.
Grupo de música Regional dos alunos de Música da UFJF
Adriano (Escaleta), Nina (Flauta), Robert (Violão), Rodrigo (Violão), Priscila (Piano), Yago (Flauta), Daniel (Percussão) Convidado.
Programação definitiva GT MODA
GT MODA
Coordenação: Rosane Preciosa
PÔSTERES
23/6/2009 - 18:00 às 19:00 hs
Ainda há espaço para alfaiates no mundo do pronto para vestir?
Paula Campos de Castro (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte (IAD/UFJF)
Resumo:
O trabalho tem por objetivo fazer uma reflexão sobre as perspectivas de futuro da alfaiataria. Trata-se de um ligeiro levantamento histórico do ofício ao longo dos anos no mundo. As características e a hierarquia que os alfaiates utilizam para desenvolverem suas tarefas, também foram abordadas. Para situar as condições atuais da profissão no Brasil, buscamos o desenvolvimento da Indústria do Vestuário e a forte influência dos imigrantes europeus no setor.
Urbanóide – o corpo incômodo: o corpo e suas relações com o espaço
Selma Flutt Barbosa (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
Resumo:
23/6/2009
14:00 às 15:30
Sala a definir
Andrea Carneiro de Andrade (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
A Estética da Sedução: Darci abi-Nasser e a moda em Juiz de Fora nas décadas de 1970 e 1980
Resumo:
Darci Abi Nasser foi uma personalidade importante na divulgação da moda em Juiz de Fora nas décadas de 1970 e 1980. Pretendemos mostrar como o empresário ajudou a criar um público de moda, investindo em desfiles ousados e criativos para a época. Também gostaríamos de levantar a hipótese de que a teatralidade de Darci ,que investia dinheiro do próprio bolso para trazer artistas famosos para as passarelas da cidade, foi um dos motivos que alavancaram a criação de cadernos de moda nos principais jornais locais.
Samuel Mendes Vieira (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
Para além das amarras: mulher, corpo e roupas (1900-1920)
Resumo:
O presente trabalho pretende mostrar que a história da mulher e a história da moda se entrelaçam e ambas dizem muito uma da outra. Em parte, a gênese da emancipação da mulher começa a se construir na transição do século XIX para o século XX, e é nas roupas e na busca de uma nova relação com o corpo que os primeiros sinais da liberação feminina se esboça. A Revolução Industrial iniciada no século XIX fez gerar o sistema de classes, e com ele dois perfis femininos, uma pertencente a uma elite patriarcal, fruto da riqueza promovida pelas máquinas e a outra, pertencente à classe popular, que rompeu as portas dos lares e saiu às ruas para complementar a renda familiar indo trabalhar nas tecelagens. O século XX se inicia com uma guerra que resultará numa troca de papéis, a mulher irá assumir postos de trabalhos antes nunca ocupados. O objetivo geral do trabalho é mostrar que os fatores sociais proporcionaram uma circulação cultural, bem como, uma fusão de valores populares e elitistas resultando numa reformulação das roupas, que no início do século XX se tornaram mais fluidas e funcionais, demarcando o início da emancipação feminina
Pedro Luiz Abbud (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
O café e a Moda: Mulheres Capitalistas do Vale Cafeeiro e sua relação com a moda na segunda metade do séculoXIX.
Resumo:
A Moda, como criação artística e cultural ininterrupta, leva-nos a muitas reflexões. A partir desta premissa de observação da moda como elemento transformador sociocultural, começamos a enxergá-la não como frívola, mas como elemento revelador de hábitos e comportamentos, de posições sociais e gestuais de uma época, entrelaçando-se com outras frentes do conhecimento como a antropologia, a sociologia, a história e suas vertentes, como historia social, de gênero, regional e a micro história.
O presente trabalho aborda as relações entre a moda e a economia cafeeira no Sul-Fluminense na segunda metade do século XIX. A partir da discussão sobre o que é a moda, e suas relações com o contexto sócio-econômico do Sul Fluminense cafeeiro, é feita a análise das fugas aos padrões por parte de mulheres capitalistas que, ao assumirem os negócios da família, abdicam da moda vigente e abraçam um vestuário austero, como o dos homens da época.
24/6/2009
14:00 às 15:30
Sala a definir
Angela Furtado Terra ( ex aluna do Curso Artes e Design, IAD – UFJF)
Planejamento de Coleção Lima da Terra primavera-verão 2008/2009
Resumo:
O conhecimento do processo de criação de uma coleção de moda é fundamental para o desenvolvimento do projeto, em todas as suas instâncias. O planejamento possibilita a orientação do estilista desde a escolha do tema até a confecção do look final e norteia o trabalho dos segmentos industrial, comercial e de marketing. Este trabalho parte de uma pesquisa bibliográfica, a fim de analisar e compreender como ocorre a formatação de uma coleção, apresentando, como estudo de caso, o planejamento da coleção primavera - verão 2008/2009 da marca Lima da Terra.
Rosane Preciosa ( Prof. do IAD)
Anotações sobre Moda e Antropofagia
Resumo:
A cultura brasileira se move no terreno acidentado das mestiçagens, portanto, a questão da alteridade vem sendo central para buscarmos entender nossas práticas artísticas. Devorar, misturar e subverter repertórios constitui-se, para nós, em estratégia fundamental. Esse é o legado do poeta e ensaísta Oswald de Andrade, para quem nossa cultura, em permanente diálogo com a européia, é capaz de combinar elementos heterogêneos, de forma a inventar arranjos singulares híbridos. Entendemos que esse modo de funcionamento presente em nossa cultura não só nos desatrela de uma condição subalterna, como nos leva a responder de forma original a toda sorte de contaminações.
Essa comunicação, em sua versão inicial, busca pensar a moda brasileira inserido-a no âmbito dessas discussões, levando em conta sobretudo seu trânsito por fluxos de informação tanto globais quanto locais. Parece-nos que pensar moda brasileira, à luz dessas questões, pode nos dar subsídios para entender melhor como ela vem se configurando na cultura contemporânea.
Coordenação: Rosane Preciosa
PÔSTERES
23/6/2009 - 18:00 às 19:00 hs
Ainda há espaço para alfaiates no mundo do pronto para vestir?
Paula Campos de Castro (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte (IAD/UFJF)
Resumo:
O trabalho tem por objetivo fazer uma reflexão sobre as perspectivas de futuro da alfaiataria. Trata-se de um ligeiro levantamento histórico do ofício ao longo dos anos no mundo. As características e a hierarquia que os alfaiates utilizam para desenvolverem suas tarefas, também foram abordadas. Para situar as condições atuais da profissão no Brasil, buscamos o desenvolvimento da Indústria do Vestuário e a forte influência dos imigrantes europeus no setor.
Urbanóide – o corpo incômodo: o corpo e suas relações com o espaço
Selma Flutt Barbosa (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
Resumo:
23/6/2009
14:00 às 15:30
Sala a definir
Andrea Carneiro de Andrade (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
A Estética da Sedução: Darci abi-Nasser e a moda em Juiz de Fora nas décadas de 1970 e 1980
Resumo:
Darci Abi Nasser foi uma personalidade importante na divulgação da moda em Juiz de Fora nas décadas de 1970 e 1980. Pretendemos mostrar como o empresário ajudou a criar um público de moda, investindo em desfiles ousados e criativos para a época. Também gostaríamos de levantar a hipótese de que a teatralidade de Darci ,que investia dinheiro do próprio bolso para trazer artistas famosos para as passarelas da cidade, foi um dos motivos que alavancaram a criação de cadernos de moda nos principais jornais locais.
Samuel Mendes Vieira (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
Para além das amarras: mulher, corpo e roupas (1900-1920)
Resumo:
O presente trabalho pretende mostrar que a história da mulher e a história da moda se entrelaçam e ambas dizem muito uma da outra. Em parte, a gênese da emancipação da mulher começa a se construir na transição do século XIX para o século XX, e é nas roupas e na busca de uma nova relação com o corpo que os primeiros sinais da liberação feminina se esboça. A Revolução Industrial iniciada no século XIX fez gerar o sistema de classes, e com ele dois perfis femininos, uma pertencente a uma elite patriarcal, fruto da riqueza promovida pelas máquinas e a outra, pertencente à classe popular, que rompeu as portas dos lares e saiu às ruas para complementar a renda familiar indo trabalhar nas tecelagens. O século XX se inicia com uma guerra que resultará numa troca de papéis, a mulher irá assumir postos de trabalhos antes nunca ocupados. O objetivo geral do trabalho é mostrar que os fatores sociais proporcionaram uma circulação cultural, bem como, uma fusão de valores populares e elitistas resultando numa reformulação das roupas, que no início do século XX se tornaram mais fluidas e funcionais, demarcando o início da emancipação feminina
Pedro Luiz Abbud (Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte ( IAD/UFJF))
O café e a Moda: Mulheres Capitalistas do Vale Cafeeiro e sua relação com a moda na segunda metade do séculoXIX.
Resumo:
A Moda, como criação artística e cultural ininterrupta, leva-nos a muitas reflexões. A partir desta premissa de observação da moda como elemento transformador sociocultural, começamos a enxergá-la não como frívola, mas como elemento revelador de hábitos e comportamentos, de posições sociais e gestuais de uma época, entrelaçando-se com outras frentes do conhecimento como a antropologia, a sociologia, a história e suas vertentes, como historia social, de gênero, regional e a micro história.
O presente trabalho aborda as relações entre a moda e a economia cafeeira no Sul-Fluminense na segunda metade do século XIX. A partir da discussão sobre o que é a moda, e suas relações com o contexto sócio-econômico do Sul Fluminense cafeeiro, é feita a análise das fugas aos padrões por parte de mulheres capitalistas que, ao assumirem os negócios da família, abdicam da moda vigente e abraçam um vestuário austero, como o dos homens da época.
24/6/2009
14:00 às 15:30
Sala a definir
Angela Furtado Terra ( ex aluna do Curso Artes e Design, IAD – UFJF)
Planejamento de Coleção Lima da Terra primavera-verão 2008/2009
Resumo:
O conhecimento do processo de criação de uma coleção de moda é fundamental para o desenvolvimento do projeto, em todas as suas instâncias. O planejamento possibilita a orientação do estilista desde a escolha do tema até a confecção do look final e norteia o trabalho dos segmentos industrial, comercial e de marketing. Este trabalho parte de uma pesquisa bibliográfica, a fim de analisar e compreender como ocorre a formatação de uma coleção, apresentando, como estudo de caso, o planejamento da coleção primavera - verão 2008/2009 da marca Lima da Terra.
Rosane Preciosa ( Prof. do IAD)
Anotações sobre Moda e Antropofagia
Resumo:
A cultura brasileira se move no terreno acidentado das mestiçagens, portanto, a questão da alteridade vem sendo central para buscarmos entender nossas práticas artísticas. Devorar, misturar e subverter repertórios constitui-se, para nós, em estratégia fundamental. Esse é o legado do poeta e ensaísta Oswald de Andrade, para quem nossa cultura, em permanente diálogo com a européia, é capaz de combinar elementos heterogêneos, de forma a inventar arranjos singulares híbridos. Entendemos que esse modo de funcionamento presente em nossa cultura não só nos desatrela de uma condição subalterna, como nos leva a responder de forma original a toda sorte de contaminações.
Essa comunicação, em sua versão inicial, busca pensar a moda brasileira inserido-a no âmbito dessas discussões, levando em conta sobretudo seu trânsito por fluxos de informação tanto globais quanto locais. Parece-nos que pensar moda brasileira, à luz dessas questões, pode nos dar subsídios para entender melhor como ela vem se configurando na cultura contemporânea.
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